sexta-feira, 27 de maio de 2016

Era uma vez...


... Um livro muito, muito grande cheio de histórias pequenas e de encantar, que os meninos do 4º A da Padre Francisco Soares contaram, na biblioteca,  aos meninos do JI do Sarge.


    Fizeram um livro mágico... Com histórias de saltar...

    Agora, as histórias chegaram ao fim e  a biblioteca recordou este  momento mágico com uma exposição.

    E com pós de perlimpim pim as estórias chegaram ao fim...
 



































 

quarta-feira, 9 de março de 2016

Histórias em 77 Palavras - Margarida Fonseca Santos

Desafio nº 104

Já uma vez tivemos um desafio assim, e foi fantástico.

Todas as palavras (incluindo artigos, preposições, tudo)

têm de começar por estas letras e por esta ordem:

A   T   E       O   S

Vamos a isto? É mesmo muito divertido…

Eu já experimentei e ficou assim:

Até Tentara Emendar-me, Mas Pus Os Sábios Antigos Todos Em Múltiplas Peripécias. Obscuros Segundos… Antes, Temia Estes Momentos Parados. Organizava-me, Sempre, A Tentar Energizá-los. Mas Poder, Organizado, Serviria? A Terrível E Maquiavélica Parceria, Obviamente, Só Aumentava Temores. Eu Mendigava Perdão, Ouvia Sermões, Atrapalhava-me. Terminava Em Minúsculas Partículas, Observando Saudosamente As Ténues Estrelas, Matutando: Poderei Ocultar-me? Salvaram-me As Tentativas Emocionadas, Milagre! Pude Ousar Salvar A Terra Em Mim. Parti, Ocultando Saberes, Atirei-me Tendo Em Mente Paraísos Ocultos. Safei-me!

Margarida Fonseca Santos, 55 anos, Lisboa

Desafio nº 104 – letras obrigatórias: A T E M P O S

Histórias em 77 Palavras - Margarida Fonseca Santos

Desafio nº 103
Nada como regressarmos às imposições… Mesmo que não concordem, aqui vão: estas
3 frases são obrigatórias, nesta ordem.
Nada mais havia a fazer (…)
Se tivesse evitado (…)
Agora, restava (…)
Que texto vos surge?
Eu já experimentei, ora vejam:
Nada mais havia a fazer, iria assumir as culpas. Que raio de ideia! Irritara, e muito, os deuses.
Se tivesse evitado a coisa, teria sido mais simples. Os deuses não eram maus, mas detestavam ser incomodados. «Paciência, aprendam», rosnou em surdina.
Agora, restava-lhe explicar tudo ao mestre. Aclarou a voz, encheu-se de coragem e começou:
– Mestre, fiz asneira. Cortei a ligação aos deuses.
– Que dizes?!
– Foi um impulso… Desculpe.
– Bravo, rapaz! És o nosso herói!!!
E esta?!
Margarida Fonseca Santos, 55 anos, Lisboa
Desafio nº 103 – 3 frases impostas por ordem



Mariana Rodrigues do 6ª H aceitou o desafio nº 103 da escritora Margarida Fonseca Santos e escreveu um bonito texto...
«Um pouco de esperança»
«Nada mais havia a fazer, porque magoei uma amiga. Talvez não sei, um dia me perdoe, espero que sim… Se tivesse evitado isto nunca aconteceria. Estaríamos felizes e especialmente amigas. Agora, restava apenas pedir-lhe desculpa por todos os erros que cometi, que foram muitos. Um pouco de esperança também ajudaria. Mas, é uma coisa que não tenho. Espero que um dia ela me perdoe. A única coisa que tenho a dizer é: “Desculpa.”»

A Ana Rita Franco do 6º H aceitou participar no desafio nº 103 da escritora Margarida Fonseca Santos e escreveu este bonito texto...«Partir»
«Eu sabia-o. Toda a gente o sabia! Nada mais havia a fazer. Tinha de fugir! Se tivesse evitado esta asneira… Bem sabia que era errado, mas só o tinha feito por pura compaixão, amizade e todas essas coisas boas que a gente pode sentir por alguém. Agora, restava fugir com um nome falso para o Alasca e nunca mais voltar ou encará-lo, a ele e a toda a gente, mas isso estava fora de questão. Vou partir…»


A Leonor Santos do 6ºH aceitou participar no desafio nº 103 da escritora Margarida Fonseca Santos e escreveu este bonito texto...«SAUDADE»
«Nada mais havia a fazer, já não podia voltara atrás.
O meu mundo acabou! Quero vê-la, quero tocar-lhe, mas não consigo. Se tivesse evitado perder a memória, os tempos que podíamos ter passado juntas. Agora restava as pequenas coisas que ela me deixou. Quando ela estava aqui comigo não dava importância, agora que já não estás parece que as coisas pequenas que não tinham importância no mundo, voltaram a ter uma função na minha vida.»

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Leituras e outras aventuras… 5º A


Era uma vez uma linda fada
Muito fofa e engraçada,
Que se chamava Oriana
E vivia numa floresta encantada.

Num belo dia de sol
Apareceu a Rainha das Fadas,
Que lhe deu uma varinha
E muitas tarefas complicadas.

Todos os dias da semana
A fada tinha que trabalhar,
Ajudar uma doce velhinha
Para ela não se “estampar”!

Oriana ajudava também
O moleiro e o lenhador,
Levava-lhes comidinha
E deixava-lhes um rasto de amor.

No meio dos seus grandes passeios
Oriana encontrou umas andorinhas,
Que lhe propuseram viajar pelo mundo
Batendo as asas e dando voltinhas.

A fada conseguiu resistir
Ao desafio e à tentação.
Não podia abandonar a floresta,
Porque tinha todos no coração.

Mais tarde, num dos seus percursos
Entrou na casa do Homem Muito Rico,
Falou com milhentos objetos
E participou num fabuloso bailarico.

Mas…o dono da casa entrou
E viu numa mesa um recadinho
Todos, todos reclamavam,
Desde o cadeirão ao espelhinho.

Desorientado o patrão,
A careca começou a esfregar;
Oriana com a sua varinha de condão
Deu-lhe cabelo para o acalmar.

Depois…a fada sentou-se na relva
A descansar e a apreciar o rio;
Salvou um belo peixe
Que lhe agradeceu e sorriu. 

Este belo e fino peixe
Que Oriana conseguiu salvar,
Um dia mais tarde
Vai a Fada atraiçoar.

Oriana a olhar o seu reflexo,
Ficou muito espantada!
Foi a correr ter com o espelho
Que a deixou desapontada.

Então, regressou ao rio
Para ouvir os elogios do peixe “amigo”.
Envaideceu-se com a conversa
E só passou a olhar para o seu umbigo.

De todos seres se esqueceu
Só tinha o peixe na memória
O tempo foi passando, passando…
E de repente mudou-se a história!

A Rainha das Fadas boas
Num instante, apareceu!
Ralhou muito com Oriana
E até um castigo lhe deu!

Perante a promessa esquecida
A Rainha das fadas não foi meiguinha
Castigou severamente Oriana
E retirou-lhe as asas e a varinha.

A floresta abandonada
Ficou entregue à solidão
Todos os seres partiram
Sem destino, nem direção.

Até ao seu amigo poeta
A noite desencantou;
Ele próprio desapareceu
E só cinzas lhe deixou.

Oriana pôs-se a caminho
Em busca do perdão.
Queria remendar as asneiras
Para recuperar a varinha de condão.

Andou por toda a cidade
Mas ninguém encontrou.
Bateu a todas as portas,
Até que se cansou.

Foi aí que se lembrou
Da sua velha amiguinha,
Que para além da proteção
Também lhe levava comidinha.

Mas certo dia, sem querer,
A velha tropeçou.
Ia caindo de um penhasco
Quando a Oriana a agarrou.

Foi então que a Rainha das Fadas
Refletiu e apareceu,
Para devolver a Oriana
Tudo aquilo que perdeu.

Oriana aprendeu de vez
Que o egoísmo é um defeito,
Devemos saber olhar os outros
Sem ter a mania que se é perfeito.

Cometer erros é humano
Mas remendá-los é fundamental,
Saber respeitar os outros
É um valor essencial.

E era uma vez uma história
De uma fada encantada
Que vivia alegre e feliz
Era generosa e muito amada.

E era uma vez uma história
Onde a cor da vaidade era solidão,
Onde aprendemos que a generosidade
É um dos maiores valores do coração!
 
Também pudemos aprender
Que os compromissos são para cumprir.
Porque está nas nossas mãos
Saber ser livre e sorrir!


A Fada Oriana (Reconto)
 

 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

CONCURSOS DE LEITURA E LITERACIA PROMOVIDOS PELA PORTO EDITORA

No 1º Período decorreram na nossa escola dois Concursos de Leitura/Literacia promovidos pela Porto Editora.
 
Em novembro teve lugar o Concurso "Literacia 3D - O desafio pelo Conhecimento".
 
O vencedor da nossa escola é o aluno João Guilherme de Francisco Borges do 5º E, que representará a nossa escola na 2ª Fase - Competição Distrital - que decorrerá entre 29 de Fevereiro e 4 de março, em Lisboa.

 
 
 
Em dezembro decorreu o Concurso sobre o livro "O Estranhão" de Álvaro Magalhães.
 
O vencedor da nossa escola foi a aluna Madalena Baltazar Costa do 6º F.